Na calada da noite
aonde o mar bate em nossos corpos
na insônia incessante
transfigure o ser a refletir sempre
Na calada arte
aonde o ser transmite em nossas entranhas
na verdadeira incomunente
transfigure o poder a permitir sempre
Na calada transfigure
aonde o ter não é crer em nossas vidas
na miúde vivente
tranfigure o querer a viver sempre
Na calada incessante
aonde o bater transmite o ter e crer
na verdadeira insônia miúde
transfigure o poder de ser e querer viver sempre.
poesia - Lúri em 06de junho de 2012 às 3:30
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